Provedor do HNSD vai em Brasília solicitar recursos para ativar UTI

Construída e equipada há mais de seis meses, a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) depende agora de recursos oriundos do Governo Federal para entrar em funcionamento. Por este motivo, o provedor do HNSD, Vaquimar José Vaz, acompanhado do vereador Solimar José da Silva (SD), esteve em Brasília no dia 6 de junho, em reunião no Ministério da Saúde.

O encontro foi intermediado pelo deputado federal José Silva (SD) e contou com a presença da secretaria Municipal de Saúde, Rosana Linhares. No Mistério da Saúde, a comitiva itabirana foi recebida pelo secretário de atenção à saúde Francisco de Assis Figueiredo. Durante a reunião foi solicitado os recursos financeiros para colocar a UTI em funcionamento e verificar a disponibilidade financeira de algumas emendas parlamentares que já foram autorizadas, mas ainda não chegaram à instituição, que, somadas, chegam à R$ 500 mil.

Com a liberação da verba, na ordem de R$1,2 milhão, Vaquimar Vaz acredita que a UTI poderá começar a atender em setembro deste ano. “O credenciamento propriamente dito nós já conseguimos. Para promulgação depende do recurso para custeio, o qual, acreditamos, será liberado em meados de agosto, com isso, temos a expectativa de colocar em funcionamento a UTI até o mês de setembro, ou antes, dependendo da liberação destes recursos”, estimou o provedor.

Mesmo diante dos recursos do Governo Federal, o provedor chamou a atenção para a participação do município na ativação dessa UTI. Segundo ele, não basta o contato com deputados e membros do Ministério da Saúde, é necessário também que a Secretaria Municipal esteja participando de todo o processo de ativação do setor.

“Para que todo processo seja concluído, inclui o credenciamento e recebimento de qualquer recurso, mesmo sendo esforço da equipe do HNSD e sua condição de ter um nome ou situação regulamentada em todas as esferas institucionais e a ajuda dos políticos, ainda precisamos do empenho e colaboração do município, da Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Saúde, por serem gestores plenos, para termos esses recursos e serviços efetivamente no hospital”, defendeu o provedor.