Vereadores aprovam transferência de veículo e nome de rua

Apesar da rua Galileia ter este nome há anos, a falta de lei prejudica entrega de correspondências.

Projeto “Adote um Ponto de Ônibus”, vetado pelo prefeito, retornou como anteprojeto. Durante a reunião da Câmara nesta terça-feira, 10 de outubro, os vereadores de Itabira aprovaram três projetos – um de lei e dois de resolução. Em única discussão, foi aprovado o Projeto de Lei 83/2017, que oficializa o nome da rua Galileia, no bairro Madre Maria de Jesus. Em primeiro turno, foi autorizada a transferência de um veículo Voyage 2013/2014, da Câmara para a Prefeitura. E em segunda votação, os parlamentares aprovaram os relatórios contábeis da Câmara referentes ao mês de agosto.Itabira/MG – O vereador Weverton Júlio de Freitas Limões, Nenzinho (PMN), autor do projeto que nomeia a rua Galileia, se posicionou diante de algumas críticas direcionadas à proposta. Ele disse que apresentou o projeto porque foi procurado por representantes da associação do bairro, informando problemas com o CEP e respectivos transtornos causados à comunidade.

Weverton Júlio (ao centro) – vereador

Apesar de a rua Galileia ter este nome há vários anos, a falta de uma lei prejudica a entrega de correspondências e pesquisas de endereço. Outros vereadores defenderam a incitativa e disseram que denominação de rua é, sim, competência do Legislativo.

Em relação ao Projeto de Resolução 84/2017, que transfere um veículo Voyage da Câmara para a Prefeitura, o vereador Agnaldo Vieira Gomes, Enfermeiro (PRTB), aproveitou para  apresentar uma indicação solicitando ao prefeito o uso do veículo pelas equipes da Saúde.

Agnaldo Vieira (à direita) – vereador

Segundo ele, o Programa Saúde da Família está carente de transporte para urgência e emergência, sobretudo nas comunidades.

“Adote um Ponto”
Vetado pelo prefeito, o projeto que cria o programa “Adote um Ponto de Ônibus” voltou na forma de anteprojeto. O vereador Nenzinho reapresentou a matéria como indicação ao prefeito, que decidirá se o acata ou não. O prefeito vetou o projeto sob justificativa de que cabe ao Executivo administrar e conservar os bens municipais. O veto, inclusive, foi o único em discussão na reunião de comissões, que ocorreu logo após a reunião ordinária desta terça-feira, e entra na pauta de votações da próxima terça-feira.