Quali define últimas vagas da chave principal do Banana Bowl 18 anos

Ao todo, 18 brasileiros estão nas chaves masculina e feminina, que iniciam as disputas nesta segunda.

João Ferreira/Crédito: Matheus Joffre (CBT)

Foram definidas, neste domingo (18), as seis vagas do qualificatório para a chave principal da categoria 18 anos do Banana Bowl 2018, que ocorre nas quadras de saibro da Sociedade Recreativa Mampituba, em Criciúma.

Criciúma/SC – No masculino, dois brasileiros chegaram vivos na última rodada do quali, mas acabaram perdendo. O paulista Rafael Marques foi superado pelo argentino Roman Andres Burruchaga por 7/6 (3) e 6/2. Já o paranaense Victor Castro caiu para o canadense Taha Baadi por 6/2 e 6/0. Os outros classificados foram o espanhol Nicolas Alvarez, o italiano Marco Furlanetto, o japonês Shunsuke Mitsui e o equatoriano Antonio March.

Israelense Shavit Kimchi/Crédito: Matheus Joffre (CBT)

No feminino, a principal favorita no quali, a israelense Shavit Kimchi, passou por duas brasileiras, Paola Campigotto e Thais Andreotti, para garantir um lugar na chave principal. As outras classificadas foram a francesa Olympe Lancelot, a romena Bianca Ilinca, a canadense Ariana Arseneault, a espanhola Martinez Cirez e a norte-americana Alexandra Yepifanova.

 Apesar de nenhum brasileiro ter furado o quali, a chave principal masculina conta com 11 representantes nacionais: o pernambucano João Lucas Reis, os paulistas Matheus Pucinelli e Igor Gimenez, o brasiliense Gilbert Klier e o mineiro João Ferreira, que entraram direto, o equatoriano radicado em Santa Catarina Mateo Reyes, o paulista Diego Padilha, o baiano Natan Rodrigues, o paranaense Eduardo Taiguara e o catarinense Leonardo Frederico, que receberam wild card, e o também catarinense Kaue Costa, que venceu o pré-quali.
Rafael Marques/Crédito: Matheus Joffre (CBT)

“No ano passado, eu tinha 16 anos e ganhei um wild card. Foi um das minhas primeiras experiências na ITF, um torneio duro, cheio de jogador bom, de fora. Agora estou mais confiante, a gira já vem pesada, venho fazendo boas semanas, mantendo uma constância de jogos bons e espero ter um bom resultado aqui também”, afirmou João Ferreira, que vem de uma quartas de final no G1 do Paraguai, onde foi superado pelo colombiano Nicolas Mejia, cabeça número 2 do Banana Bowl e nono do ranking mundial juvenil. “Tomara que eu encontre ele de novo e ganhe essa revanche”, projetou o mineiro 84º colocado.

A chave principal feminina tem sete brasileiras: a mineira Marina Figueiredo, que entrou direto, as paulistas Ana Luiza Cruz, Ana Paula Melilo e Erika Cheng, e as catarinenses Namie Isago e Priscila Janikian, que receberam convite, e a carioca Isabela Mercante, que venceu o pré-quali.
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“No ano passado eu tinha 16 anos, peguei uma chave dura, sabia da dificuldade do torneio, mas foi uma ótima experiência, acho que joguei bem. Acabei perdendo na primeira rodada para uma argentina num jogo duro e ganhei duas partidas nas duplas. Perdi para as meninas que foram campeãs. Foi um bom torneio”, lembrou a também mineira Marina Figueiredo, que nesta edição entra forte na disputa pelo título. “Este ano sei que será duro de novo, as melhores meninas da ITF estão aqui, mas a expectativa é a melhor possível. Sei que não tem jogo fácil, mas acredito muito no meu jogo. Sei que se eu jogar bem e tiver constância, tenho capacidade de ganhar de todo mundo”, projetou.
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O Banana Bowl é organizado pela Confederação Brasileira de Tênis (CBT), em parceria com a Federação Catarinense de Tênis (FCT) e com a Federação Gaúcha de Tênis (FGT), e com supervisão da Federação Internacional de Tênis (ITF) e da Confederação Sul-Americana de Tênis (Cosat).