Civil divulga foto do suspeito de estuprar estudante da Uemg

Universitária foi atacada no dia 29 de setembro de 2017

A Polícia Civil de João Monlevade divulgou nesta terça-feira (06) o retrato falado de um suspeito de agredir, estuprar e roubar uma universitária de 21 anos; fato ocorrido próximo ao campus da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), no bairro Baú, no dia 29 de setembro do ano passado.

João Monlevade/MG – Segundo polícia o retrato foi confeccionado por um especialista da Polícia Civil em Belo Horizonte, no dia de ontem (5). Uma equipe de investigadores de João Monlevade esteve acompanhando a vítima durante o trabalho que durou cerca de duas horas.

Pelas características o suspeito tem cerca de 1,70 de altura, aproximadamente 25 anos de idade e na ocasião do crime usava cordão de prata no pescoço, camisa preta, uma mochila nas costas e portava um revólver.

A delegada Camila Batista Alves, responsável pelas investigações, disse que uma equipe da delegacia está trabalhando incansavelmente neste caso na tentativa de localizar e prender o autor desde o crime, que, de acordo com ela, é um caso isolado. “Enquanto este crime não for solucionado nós não vamos concluir as investigações. É bom ressaltar que esse caso foi específico e nós não registramos nenhum outro semelhante na cidade. Nós pedimos às pessoas que tiverem qualquer informação que possa ajudar a chegar até o autor, ligue aqui na delegacia no (31) 3851-2450 ou nos telefones 181 ou 190, que a Polícia Militar também já está avisada. Lembrando que não precisa se identificar”, disse a delegada.

No dia do crime era realizado em João Monlevade um show no Parque do Areão, de uma dupla sertaneja, e a polícia acredita que havia muitas pessoas de outras cidades da região, sendo que o suspeito pode ser, inclusive, de alguma delas.

A delegada disse que a vítima está recebendo todo apoio. “Estamos dando todo suporte para a vítima e as investigações continuam a todo vapor, mesmo que a gente não esteja divulgando o passo a passo, mesmo porque é tudo muito sigiloso. Essa investigação é a nossa prioridade aqui na delegacia. Na época do crime tentamos levar a jovem até lá para a confecção do retrato falado, mas ela não apresentava condições por estar com o estado emocional muito abalado”, pontuou Camila.

A delegada lembrou ainda que no dia do crime houve registros de outros delitos na cidade, como assaltos e furtos, e que o autor do estupro possa ter praticado algum deles e que com a divulgação do retrato falado outras vítimas possam ajudar a localizá-lo. O retrato falado será colocado nos portões de todas as faculdades da cidade.

Fonte: Bell Silva/O Popular