Acabou o combustível nos postos de Itabira

A cidade também está sendo afetada pela greve dos caminhoneiros

Durante toda esta quinta-feira, 24 de maio, sendo o quarto dia de paralisação dos caminhoneiros, os postos de combustíveis de Itabira tiveram filas enormes para os donos de veículos abastecerem.

Posto da Praça Acrísio, sem combustível desde a parte da manhã.

Itabira/MG – Os motoristas estavam tranquilos na fila que se formou no Posto de Combustível do Esplanada Mall, pois os frentistas estavam rápidos ao abastecer os veículos e também tinha uma fila exclusiva para as motocicletas. Desta forma, todos eram abastecidos com gasolina pois o etanol (álcool) já tinha acabado nos tanques.

Posto Rota com fila enorme

A fila iniciava no posto e seguia até a Aposvale, já chegando na rotatória da Avenida Mauro Ribeiro. Os agentes da Transita estiveram por lá organizando o trânsito para evitar maiores complicações. Em outro trecho como na Rua Salvino Pascoal, no Centro, os agentes organizavam a fila que chegava até um posto na Avenida João Pinheiro.

Por volta das 18h30 no Posto Ale – Esplanada Mall – o resto de gasolina acabou, assim, na rede ficou restando somente combustível no Posto Pires, da Avenida Osório Sampaio, bem como no posto da cidade vizinha de Santa Maria de Itabira.

Falta – Em alguns sacolões e supermercados já começaram a faltar algumas mercadorias e alimentos. Em algumas farmácias também já não são encontrados certos medicamentos.

Em alguns comércios são vistas prateleiras vazias, tanto em Itabira como na cidade de João Monlevade. De acordo com os comerciantes que tem apoiado a manifestação dos caminhoneiros, os estoques que possuíam nos depósitos praticamente foram recolocados nas prateleiras e em mais um dia e meio não terão mais itens principais como arroz, feijão, macarrão, etc.

Quinto dia de greve – confira vídeo abaixo – Esta sexta-feira esta entrando no quinto dia de paralisação e o caos pode se formar ainda mais, pois afinal, o Presidente da República não tomou uma postura firme de atender aos manifestantes e também aos apelos da população que não aguenta mais pagar tantos impostos. Como sempre, os encargos recaem nas costas da população.

Vamos aguardar para ver qual a postura das autoridades brasileiras.