Campanha de vacinação antirrábica começa no Carmo

O Dia D de Vacinação na área urbana será 25 de agosto

Ilustração

A Campanha de Vacinação Antirrábica de cães e gatos começou nesta semana na zona rural de Itabira. A campanha se estenderá até o dia 14 de setembro. O Dia D de Vacinação na área urbana ocorrerá em 25 de agosto.

Itabira (Carmo)/MG – Nesta primeira etapa, a equipe de vacinadores está percorrendo os imóveis em Senhora do Carmo – incluindo o centro do distrito e as comunidades adjacentes. Na segunda etapa, prevista para começar no final do mês, as equipes de vacinadores imunizarão os animais de Ipoema e arredores. A terceira etapa será vacinar animais das áreas rurais no entorno do município, como Candidópolis, Barreiro, Gatos e Laboriaux. Por fim, a última etapa ocorrerá na zona urbana. A expectativa é que sejam vacinados cerca de 18.500 cães e 1.500 gatos.

A diretora de Controle de Zoonoses, Kelley de Pinho Generoso, explica que em razão da grande extensão da zona rural e várias comunidades distantes do núcleo do distrito, a forma mais segura de alcançar uma cobertura eficiente é a vacinação casa a casa. “Torna-se um processo demorado, pois as equipes têm que ir de casa em casa nas comunidades rurais. São distâncias grandes, mas se o processo não for feito dessa forma, os animais ficam sem vacina, pois é muito difícil o proprietário levá-los até um ponto fixo”, explica.

Na zona urbana o processo será diferente. A vacinação será feita apenas no Dia D. “Na cidade é mais fácil para o proprietário levar o animal até um ponto fixo. Estamos preparando um esquema que facilite ao máximo o deslocamento, no qual instalaremos postos de vacinação no maior número de localidade possível”, informou a diretora.

Kelley Generoso reforça algumas dicas para que a imunização dos animais seja feita com segurança. “É importante que os proprietários levem os cachorros nas coleiras e, para animais de grande porte ou agressivos, é essencial o uso de focinheiras. Os gatos devem estar envolvidos em toalhas ou em materiais adequados para proteção. É uma maneira de manter a segurança dos donos dos animais e dos vacinadores”, explicou Kelley Generoso. Ela também ressalta que é importante que o animal a ser vacinado esteja em boa condição de saúde. “Observar essa condição ajuda a prevenir possíveis intercorrências”, finaliza.