Polícia Civil prende suspeito de matar tatuador a facadas

Crime aconteceu no ano passado no estúdio do tatuador

A Policia Civil prendeu o principal suspeito de ter matado o tatuador atuador Carlos Henrique da Silva (Catatau), de 48 anos, com 13 facadas. O crime aconteceu no ano passado, dentro do próprio estúdio, no centro da cidade e comoveu a população de Barão de Cocais.

Barão de Cocais/MG – De acordo com as informações na sexta-feira, 10 de agosto de 2018, os Policiais Civis cumpriram um mandado de prisão expedito pelo juiz da comarca local em desfavor do suspeito de 20 anos, que na ocasião foi filmado e identificado pelas imagens de circuito externo de lojas próximas. O suspeito comprou uma faca no supermercado de frente ao estúdio do tatuador na Avenida Getúlio Vargas, e através da divulgação da imagem do mesmo em redes sociais fez com que a policia identificasse o suspeito.

Varias denúncias depois disso foram feitas na Delegacia. Na ocasião o suspeito chegou a comparecer no dia 29 de dezembro de 2017, espontaneamente, para depor na Delegacia da Policia Civil, prestou depoimentos contraditórios ao fato, mas foi liberado. Já com as investigações muito avançadas solicitaram um mandado de prisão ao juiz local, que o despachou.

Já preso pelos investigadores da Delegacia o suspeito prontificou a dizer a verdade. Em depoimento passado o mesmo teria negado que estava na cidade no dia do crime, mas desta vez acabou assumindo que foi ele quem matou o Catatau. O suspeito alegou que estava sendo ameaçado de morte pelo tatuador. Após ficar com isso na cabeça – que poderia ser morto depois que um individuo desconhecido lhe afirmou que teria recebido dinheiro para mata-lo – acabou decidindo por matar o tatuador primeiro.

Então no dia 12 de novembro de 2017, por volta de 12h30, juntamente a um adolescente após comprar uma faca, foi ao estúdio na Avenida Getúlio Vargas no Centro da cidade, e matou com golpes de facadas o tatuador Carlos Henrique da Silva, de 48 anos. Ele alegou ainda que o adolescente também desferiu golpes de faca no corpo de Catatau.

Após o crime, ao ver sua calça suja de sangue, foi até o banheiro e colocou fogo na mesma. Para não ser notado quando saísse do estúdio, ele pegou álcool gel que estava no local e limpou todos os locais em que possivelmente tenha tocado.

Depois que o corpo foi descoberto e a pericia técnica ter liberado o local, familiares estiveram no estúdio e perceberam que três maquinas de tatuagens, uma bolsa, vários objetos de valores e o celular de Catatau tinha desparecidos.

O suspeito, depois de matar o tatuador, foi juntamente com o menor para a localidade de Carapulsa, na saída da cidade.