Uruguai quer manter hegemonia na Copa América

O zagueiro Godín e os atacantes Cavani e Suárez são alguns dos remanescentes do título de 2011, o último conquistado pela Celeste Olímpica.

CBF/divulgação

Maior vencedor da Copa América com 15 conquistas, o Uruguai chega ao Brasil com fome de título. A última vez que levantou o troféu da competição foi em 2011. Desde então, o momento de maior destaque foi quando chegou às quartas de final da Copa do Mundo, no ano passado, quando acabou eliminado pela França, que viria a ser a campeã.

Comandada pelo técnico Óscar Tabárez desde 2006, a Celeste Olímpica ainda mantém a base do time que levantou o troféu continental. O zagueiro Godín e os atacantes Edinson Cavani e Luis Suárez são alguns dos remanescentes do título de 2011. Além dos medalhões, o elenco uruguaio conta com um jogador de renome que atua no futebol brasileiro. O meia Arrascaeta, do Flamengo, é uma das esperanças técnicas de um time marcado pela luta e vigor físico.Além de Arrascaeta, outros conhecidos dos torcedores brasileiros estão na lista. Martín Silva, goleiro que jogou pelo Vasco, e Nicolás Lodeiro, com passagens por Botafogo e Corinthians, também integram o plantel.

O Uruguai está no grupo C, com Equador, Japão e Chile, adversário considerado mais difícil da primeira fase. Da última vez que disputou a Copa América no Brasil, os uruguaios voltaram para casa com o vice-campeonato. No quadrangular final, a seleção brasileira bateu a Argentina e Paraguai. No jogo que valia o título, diante dos carrascos da Copa de 50, Romário marcou o único gol do de cabeça e fez a festa de mais de 130 mil torcedores que foram ao Maracanã.

No último amistoso antes da Copa América, o Uruguai bateu o Panamá, em Montevidéu. Sem dificuldades, venceu por três a zero, com gols de Maxi González, Suárez e Valverde. A estreia uruguaia na competição será contra o Equador, em 16 de junho, às sete da noite, horário de Brasília, no Mineirão. No dia 20, enfrenta o Japão, na Arena do Grêmio, e encerra a fase de grupos diante do Chile, quatro dias depois, no Maracanã.

Raphael Costa

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