Agentes de proteção da vara da infância e juventude realizam palestras orientativas

Fotos: Divulgação
Por convite da direção e da equipe pedagógica da Escola Municipal Nico Andrade: Dulcinéia Procópio Alvarenga Gomes (diretora), Elaine Regina da Silva Almeida (vice), e Valdenize Vitor de Brito “Pichuca” (Pedagoga), uma equipe com quatro agentes de proteção da vara da infância e juventude do Fórum Desembargador Drummond, realizaram palestras orientativas para quase 200 jovens matriculados na instituição de ensino. O evento foi na manhã do dia 12 de agosto, com duas turmas.
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Os comissários da infância e juventude: Edson Taveira “Edinho Caratê”, Fernando Rocha “Nande”, José das Dores e Carlos Oliveira “Carlinhos” capacitaram 186 alunos e outros 12 profissionais da rede de ensino com temas diversos como, Deveres e Responsabilidades; Bullying; Atos de Indisciplina, Infracionais e Suas Consequências; e Malefícios das Drogas.
“Levamos os nossos conhecimentos e exemplificamos diversas ações para nivelamento dos alunos, assim acabamos com o desconforto que ouvimos. Demos dicas de ações que, se realizadas, se enquadram no bullying, e orientamos a todos quanto ao que fazer para não serem vítimas,” contou o coordenador da equipe de agentes de proteção.
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Ainda segundo, Edinho Caratê, os agentes foram solicitados pelos profissionais da escola, devido a alguns poucos alunos que precisavam dessas orientações, com a finalidade de cessar algumas ações não toleradas pela instituição de ensino.
“Demos dicas para os alunos evitarem circunstâncias que possam levá-los a serem vítimas em potencial de exploração sexual e para não entrarem no mundo terrível das drogas. Informamos também os professores a importância dos registro de ocorrência interna dos atos de indisciplina, e o REDS (Registro de Evento de Defesa Social), como atualmente é denominado o antigo Boletim de Ocorrência da Polícia Militar em atos infracionais. A omissão pode configurar crime de prevaricação,” explicou o líder dos comissários.
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Os comissários buscaram interação com os jovens e tiveram retorno. “Falamos também sobre as vestimentas e objetos que fazem apologia as drogas e objetivamos que todos os alunos possam ter a estada feliz quanto à participação diária nas atividades. Também abrimos espaço para eliminar dúvidas dos alunos e prontamente respondemos,” avaliou Edinho Caratê.