Prisão revogada, o vereador Nenzinho e Ailton ganham a liberdade

Após ser revogada a prisão o vereador Weverton Júlio Limões, “Nenzinho”, e o ex-diretor da Câmara Municipal de Itabira Ailton Francisco de Morais, ganharam a liberdade no inicio da noite desta quinta-feira (7), após ser comunicado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Ambos permaneceram presos por cerca de quatro meses, e agora seguem respondendo pelas acusações do processo judicial em liberdade. Eles são acusados da prática de “rachadinha”, e foram presos no dia 2 de julho, após a Polícia Civil cumprir mandados de prisão preventiva expedido pela Justiça.

No dia da prisão o delegado Helton Cota relatou que a Civil somente fez cumprir os mandados de busca e prisão que foi expedido pela justiça em função da coação das testemunhas, onde teria ficado comprovado no inquérito que os investigados estavam coagindo as testemunhas arroladas, onde elas estavam se sentindo intimidadas à não deletar os fatos para a Polícia Civil. Dizendo ainda o Delegado que o processo corre em segredo de justiça, por isso não podia entrar em detalhes.

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Juliana Drummond adv. do Nenzinho

Já a revogação da prisão aconteceu nesta quinta-feira (7) pela juíza devido ao fato de não haver possibilidades de proferir uma sentença contra ambos. Desta forma a prisão foi revogada para ter mais tempo de análise do processo para uma sentença coesa de condenação ou absolvição dos réus.

Na tarde os dois advogados que defendem seus clientes estiveram no presídio de Itabira onde comunicaram ambos da revogação e que poderiam sair a qualquer momento, por volta das 17h30 um oficial de Justiça também esteve na unidade onde levou ao Ailton e Nenzinho o comunicado da liberdade e medida cautelar, que eles devem seguir assim que ganhar a liberdade.

Pedro Macieira adv. do Ailton

Dentre elas ambos devem comunicar a justiça em caso de mudança de residência, também proibidos de ausentar-se da cidade por mais de sete dias sem a prévia autorização judicial, ficar 300 metros de distância dos corréus e das testemunhas arroladas no inquérito, não poderão manter qualquer tipo de contato com os corréus e testemunhas, via internet, ligação de telefone, carta e outros meios de comunicação, e por fim estão proibidos de ter acesso os prédios públicos da Câmara e da Prefeitura de Itabira.

Na porta do presídio o vereador “Nenzinho” foi comunicado sobre a medida cautelar que proíbe de chegar na Câmara. O Nenzinho disse que vai recorrer à justiça para voltar a ocupar a sua cadeira na Câmara.

Ailton Moraes

Ao deixar a unidade prisional o Ailton Morais preferiu não falar com a imprensa e saiu assim que a a reportagem fazia entrevista ao Nenzinho.

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Parte III: Saída do Vereador Nenzinho e Ailton

Parte II: Fala do Pedro Macieira, advogado do Ailton Moraes

Parte I: Fala da Juliana Drummond, advogada do Nenzinho 

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