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Santa Bárbara realiza sonho de 30 anos do Congado

O desejo de décadas foi realizado pelo Município, que reconhece e se esforça, constantemente, na valorização das manifestações culturais de Santa Bárbara (MG).Cultura. O Chefe do Executivo formalizou, na última sexta-feira (24), no auditório do Colégio Municipal Afonso Pena (Comap), a compra do imóvel que sediará o Grupo de Congo de Santa Bárbara. O novo espaço tem como finalidade incentivar e manter viva a tradição.

Investimento. O imóvel, aguardado pelos integrantes do Congo, corresponde a um investimento de R$ 150 mil. A área construída corresponde a 160m² e o terreno total, a 220m². A sede fica localizada na rua Lindolfo do Carmo Ferreira, nº 177, bairro São Vicente.Gratidão. Na ocasião, os congadeiros se emocionaram com a notícia, agradeceram pela realização de um sonho de 30 anos, que honra Nossa Senhora do Rosário, e ressaltaram a importância do novo espaço para os encontros e ensaios do Congo.

Durante o encontro, falaram em nome do Grupo, os senhores Neli Gonçalo e Eduardo Bonifácio, dona Maria Perpétua Socorro e Paulo, filho de Zé Davi, que fez uma oração.

Autoridades. As autoridades presentes relataram que mesmo com a maior parte dos integrantes residindo no São Bernardo, Monte Carlo e Manga Nova, a escolha do São Vicente para a sede, se fez, em virtude das reuniões e as festas do congado já serem, normalmente, realizadas no Bairro. Eles pontuaram, ainda, a gratidão que sentem por fazerem parte dessa história.

Presença. Além do prefeito, o encontro também contou com a presença do vice-prefeito, Alcemir Moreira, e dos vereadores Moisés Sanches e Geraldo Magela Lopes.História
A história do Congado em Santa Bárbara começou com o Sr. Geraldo Perdigão. Importantes incentivadores e fontes de inspiração, os senhores Elton Soares e Neli Gonçalo, hoje, são referência dessa manifestação cultural e religiosa no Município. Atualmente, o Grupo de Congo de Santa Bárbara é presidido pela senhora Piedade da Luz Silva.

A coroação dos reis congos era uma maneira de manutenção aparente da organização social dos negros na colônia e, até hoje, se constituem como elementos de extrema importância nos rituais do congado.