Comércio em Minas Gerais recua 2,1% em junho

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Comércio em Minas Gerais recua 2,1% em junho

Na passagem de maio para junho de 2021, na série com ajuste sazonal, o volume de vendas do comércio varejista em Minas Gerais apresentou recuo de 2,1%. A taxa média nacional de vendas do varejo também mostrou recuo de 1,7%, com resultados negativos em 18 das 27 unidades da federação, com destaque, por magnitude de taxa, para: Amapá (-16,7%), Rio Grande do Sul (-5,1%) e Mato Grosso do Sul (-4,0%).

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação das vendas do comércio varejista em Minas Gerais foi de 8,9%, acima da média nacional (6,3%). Ressalta-se que 23 das 27 unidades da federação apresentaram resultados positivos, com destaque para: Amapá (29,1%), Piauí (21,4%) e Acre e Rondônia (ambas com 19,0%).

No acumulado no ano, janeiro a junho de 2021, observa-se que o indicador do comércio varejista nacional foi de 6,7%, sendo que 24 das 27 Unidades de Federação registraram indicadores positivos, com destaque para Amapá (33,5%), Piauí (22,4%) e Rondônia (20,8%). Minas Gerais apresentou acumulado no ano de 9,8%.

Na variação acumulada nos últimos 12 meses, observa-se que o indicador do comércio varejista nacional foi de 5,9%, sendo que resultados positivos foram detectados em 25 das 27 Unidades de Federação, com destaque para Amapá (23,0%), Piauí (19,4%) e Pará (17,4%). Minas Gerais apresentou acumulado nos últimos 12 meses de 9,1%.

Em síntese, o volume de vendas no varejo, na passagem de maio para junho de 2021, tem sua primeira queda após dois meses de alta, sentida por cinco das oito atividades pesquisadas pela PMC. No indicador interanual, todavia, por conta das quedas pronunciadas no período que marca o início da pandemia de Covid-19 no Brasil (de março a junho de 2020), o varejo apresentou ganho, sobretudo nas atividades mais afetadas, como de tecidos, vestuário e calçados e outros artigos de uso pessoal e doméstico, que voltam a registrar taxas de dois dígitos no campo positivo. Com isso, o patamar do varejo volta a se distanciar, em junho, do seu recorde histórico, obtido em outubro de 2020.