Ao todo, já foram identificadas 262 pessoas que morreram em decorrência do rompimento da barragem. Oito joias continuam desaparecidas
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou, nessa quarta-feira (06/10), mais uma vítima do rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, em 2019. A informação foi divulgada pelo governador Romeu Zema (Novo) nas mídias sociais.
Trata-se de Angelita Cristiane Freitas de Assis, com 37 anos à época. Ela era técnica de enfermagem do trabalho, casada e mãe de dois filhos.

O material biológico da mulher foi localizado no dia de 5 agosto e identificado somente agora, por meio de DNA.
Conforme destacou o médico-legista Ricardo Moreira Araújo, do setor de Antropologia Forense do Instituto Médico Legal Dr. André Roquette (IMLar), que também atua destacado na força-tarefa para localização das joias de Brumadinho, apesar da identificação formal ter sido concluída nesta quarta, um complexo trabalho multidisciplinar tem sido empenhado pela Polícia Civil. “Diariamente, desde o encontro do material para análise, médicos-legistas e peritos criminais atuaram sistematicamente no caso para, enfim, dar uma resposta à família, que foi a primeira a ser comunicada sobre a identificação”, disse.
Ao todo, 262 corpos já foram identificados. Oito joias, nome pelo qual os bombeiros chamam as vítimas, continuam desaparecidas, são elas: Cristiane Antunes Campos, Lecilda de Oliveira, Luís Felipe Alves, Maria De Lurdes da Costa Bueno, Nathalia de Oliveira Porto Araújo, Olímpio Gomes Pinto, Tiago Tadeu Mendes da Silva e Uberlândio Antônio da Silva.






