O Governo de Minas devido a chuva no Vale do Jequitinhonha/Mucuri, vem mantendo os acessos e serviços essenciais em dia até este domingo (12/12). A ajuda humanitária emergencial, em complemento às ações de assistência social dos municípios, está sendo realizada.

Aeronaves da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar continuam atuando, de maneira continua, nas ações de socorro e Defesa Civil, sobretudo no apoio a pessoas com necessidades especiais, com dificuldades de locomoção, parturientes, dentre outras. Noutra monta, as aeronaves têm auxiliado em outras demandas da área saúde e transporte de trabalhadores da Cemig, Copasa e Copanor para locais onde se faz necessário o restabelecimento de serviços essenciais e não há acesso por via terrestre.

A barragem de Crisólita continua estável e com volume de água diminuindo.
Dados
Informações sobre óbitos, desabrigados, desalojados e municípios com decreto de Situação de Emergência em vigência estão disponíveis no boletim da Defesa Civil, divulgado diariamente no site do órgão.

Os dados apresentados no boletim são um compilado do período chuvoso 2021/2022, que teve início em outubro. Essas informações representam uma totalidade de desabrigados e desalojados computados no Estado de Minas Gerais até a data de referência.
Tais dados são repassados à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) pelos municípios. Nos desastres de maior magnitude, os levantamentos pelos municipios tornam-se mais complexos. De forma preliminar, os dados podem ser estimados para fins de preenchimento de relatórios. A sua contabilização final pelos Coordenadores Municipais de Proteção e Defesa Civil (Compdec) e Assistência Social do município porém demandar um período maior. O foco dos Compdec, num primeiro momento, é a atuação nas ações de socorro e salvaguarda das pessoas e restabelecimento da normalidade no município. O levantamento de dados é feito durante esse processo e, só então, encaminhado para a CEDEC.

A divulgação desses dados é feita de maneira periódica e diária, considerando a possibilidade de alteração das informações. Ressalta-se até a obtenção desses dados depende de contato direto com os Compdec de cada localidade. Como exemplo, tem-se o caso de pessoas que deixam suas casas durante os desastres de inundação e, no dia seguinte, já retornam após baixarem as águas.
Desde a quarta-feira, dia 8/12, pode-se afirmar inicialmente que, apenas no Vale do Jequitinhonha e Mucuri, computaram-se aproximadamente 5.500 pessoas desalojadas, 1.700 desabrigadas e um óbito ocorrido na região do Vale do Rio Doce, no município de Pescador.
Em todo o período chuvoso (desde outubro até o momento), foram 9.565 pessoas desalojadas e 1.979 pessoas desabrigadas.






