Setor elétrico está maduro o suficiente para ser privatizado. Opinião é do assessor da presidência da Eletrobras, que participou de audiência pública da Comissão das Privatizações nesta quinta (3).

O setor elétrico nacional está maduro o suficiente para ser privatizado, o que injetaria novos recursos na área, garantindo assim o crescimento sustentável do Brasil nos próximos anos. Essa foi a principal conclusão extraída da fala de Fernando Antônio Ribeiro Soares, assessor da presidência da Eletrobras (Centrais Elétricas Brasileiras), em audiência pública da Comissão Extraordinária das Privatizações da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizada nesta quinta-feira (3/3/22).
Na ocasião, os deputados Coronel Sandro (PSL) e Guilherme da Cunha (Novo), respectivamente, presidente e relator da comissão, buscaram esclarecimentos sobre os investimentos necessários para o setor elétrico e os impactos da privatização no valor das tarifas de energia.
Fernando Soares, representando o presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, destacou que, para se tratar de qualquer proposta de privatização no Brasil, é necessário atentar para a Constituição Federal. No artigo 173, é definido que a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo.







