Nesta sexta-feira (18/03), a Petrobras divulgou uma nota à imprensa falando sobre o reajuste dos combustíveis e explicou o motivo de ainda não ter reduzido os preços mesmo após a queda no barril de petróleo nos mercados internacionais.
Segundo a Petrobras, o mundo vive um clima de incertezas, “com aumento na demanda por combustíveis, num momento em que os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia impactam a oferta. Por isso, é necessário “que os preços no Brasil permaneçam alinhados ao mercado global, para assegurar a normalidade do abastecimento e mitigar riscos de falta de produto”.
Sobre a queda do valor do petróleo no exterior, a empresa disse ter “sensibilidade quanto aos impactos dos preços na sociedade e mantém monitoramento diário do mercado nesse momento desafiador e de alta volatilidade, não podendo antecipar decisões sobre manutenção ou ajustes de preços”.
No total, a gasolina teve alta de 18,7%; o diesel de 24,9%; e o gás de cozinha de 16%. Segundo a Petrobras, o movimento “vai no mesmo sentido de outros fornecedores de combustíveis no Brasil que já promoveram ajustes nos seus preços de venda”.






