HNSD está no Projeto Telescope Trial II, parceria com o Albert Einstein

Suelen Cabral , Bruna Barcelos, Dr. Urutã de Lucena, Leandro, Thaís Alves e Welisson Reis - Foto: Acom/HNSD

HNSD está no Projeto Telescope Trial II: uma parceria com Hospital Albert Einstein

O projeto Telescope II é um estudo multicêntrico amparado pelo Ministério da Saúde, que tem o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes modelos de tele-UTI, em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de adultos no país.

Suelen Cabral, Bruna Barcelos, Dr. Urutã de Lucena, Leandro, Thaís Alves e Welisson Reis – Foto: Acom/HNSD

Ao todo, 25 hospitais do Brasil, de vários Estados, participam do projeto que cobre todas as despesas das instituições participantes. O Telescope busca responder se o atendimento virtual pelo médico intensivista pode melhorar os resultados do tratamento de pacientes graves em UTIs do Sistema Único de Saúde (SUS) onde a disponibilidade desse profissional é restrita. Esse projeto iniciou em 2019 e está em sua segunda etapa. Já existem cidades do interior que utilizam telemedicina.

Durante três dias, colaboradores do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) assistiram a ciclos de palestras e acompanharam uma visita guiada à UTI do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Participaram das atividades os gerentes de Processos, Welisson Reis; de Enfermagem, Thaís Alves; de Sistema de Gestão Integrada, Leandro Araújo; e Assistencial, Bruna Barcelos; além da coordenadora Assistencial, Suelen Cabral; e do médico coordenador da UTI 2, dr. Urutã de Lucena.

De acordo com Thaís Alves, “o maior desafio colocado pelo projeto não é estrutura, mas, sim, o desafio humano, o relacionamento entre equipes”.

O Telescope vai promover mais conhecimento para as equipes do hospital e mais qualidade e segurança para o paciente, como reforça o Dr. Urutã de Lucena: “O Albert Einstein é um hospital renomado, de alta qualidade e vai levar isso para o HNSD. Esta parceria vai proporcionar mais conhecimento, qualidade e segurança para as equipes e para os pacientes”.

A implantação do projeto será iniciada até o fim deste ano e vai durar dois anos.