Presas em Itabira as duas mulheres acusadas de espancamento no bairro Barreiro

WhatsApp
Facebook
Imprimir

POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS EFETUA PRISÃO PREVENTIVA DE DUAS MULHERES POR TEREM ESPANCADO UMA TERCEIRA NO BAIRRO BARREIRO, EM ITABIRA.

Na manhã dessa quinta-feira, 29 de agosto de 2024, a Polícia Civil de Minas Gerais, através da Delegacia Regional de Itabira, efetuou o cumprimento de dois mandados de prisão expedidos contra as suspeitas (25 e 28 anos) de terem praticado o crime de tortura contra uma mulher de 38 anos de idade, no Bairro Barreiro, no Município de Itabira.

Segundo o apurado no inquérito policial, uma das suspeitas flagrou conversas de cunho íntimo entre seu companheiro e a vítima. Então, acompanhada de sua irmã, a mulher invadiu a residência da vítima e passou a agredi-la reiteradamente. As suspeitas encurralaram a vítima em seu apartamento, local em que a violência teve início.

Após, as suspeitas arrastaram a vítima pelos cabelos nas escadas do prédio e passaram a atacá-la no térreo do condomínio, sob os olhares dos vizinhos. Durante toda a ação, uma das suspeitas filmou as agressões e encorajou a irmã a atacar cada vez mais a vítima, que já não apresentava defesa.

imagens que circularam nas redes sociais no dia das agressões.

Após o ataque, os vídeos foram postados nas redes sociais, expondo a imagem da vítima. Além disso, uma das autoras publicou um vídeo nas redes sociais no qual se vangloriava da conduta e atacava a honra da vítima.

Visando garantir a higidez da apuração criminal, bem como a manutenção da vida da vítima, o Delegado de Polícia, Dr. João Martins Teixeira, representou pela prisão preventiva das investigadas, o que foi prontamente deferido pelo Poder Judiciário na Comarca de Itabira.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Dr. João: “o inquérito demonstrou de forma segura que a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e mental, provocado enquanto estava sob o poder das autoras. Em uma sociedade que se apresenta como organizada democraticamente, a conduta das suspeitas não pode ser tolerada em hipótese alguma, devendo ser severamente repreendida pelo poder público”.

Após a captura das suspeitas, elas foram encaminhadas ao sistema penitenciário, local em que ficarão à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: PCMG