BR-381/MG: Programa de Conservação de Ecossistemas Aquáticos

Os programas socioambientais desenvolvidos pelo DNIT nas obras de duplicação da BR-381/MG garantem o equilíbrio entre a construção rodoviária, o meio ambiente e as pessoas que vivem a rotina do empreendimento. Assim, uma gama de ações realizadas tem como meta reduzir ou eliminar os impactos causados pelos serviços construtivos nos atores sociais e ambientais da duplicação na rodovia federal.
Entre as atividades realizadas estão as iniciativas tratadas pelo Programa de Conservação de Ecossistemas Aquáticos, que tem o objetivo de avaliar qualiquantitativamente
O programa tem como objetivo específico realizar o acompanhamento e a caracterização da reestruturação da comunidade de peixes das drenagens diretamente atingidas durante a instalação do empreendimento e a proposição de medidas de manejo e conservação para atenuar ou reverter impactos negativos que possam ser detectados. Esse acompanhamento é feito pela Gestora Ambiental contratada pelo DNIT, formada pelo consórcio Skill-MPB Engenharia.
A área de acompanhamento e estudos desse programa atende as bacias hidrográficas do Rio Santo Antônio, Rio Piracicaba, Rio das Velhas e Rio Suaçuí Grande, em rios e córregos como Córrego do Bagre, Rio Piracicaba, Rio Vermelho e Córrego São João, entre outros.
Para realizar esse programa, os técnicos da Gestora Ambiental fazem o monitoramento dos rios e córregos contemplando a sazonalidade da região do empreendimento, sendo feitas campanhas na estação chuvosa (novembro a fevereiro) e na estação seca (março a outubro). A periodicidade das campanhas é trimestral. As amostragens em cada um destes pontos são feitas na montante e a jusante da rodovia. Os animais capturados são identificados, fotografados e devolvidos ao curso d’água. Assim, o reconhecimento das espécies é feito em campo até o menor nível taxonômico possível.
Todos os programas e subprogramas socioambientais desenvolvidos nas obras de duplicação da BR-381/MG são regidos pelo Plano de Controle Ambiental (PCA), que traça ações para reduzir ou eliminar os impactos das obras no meio ambiente, nas comunidades lindeiras e para os usuários em trânsito. Esse trabalho acontece em paralelo ao avanço das obras, em todos os lotes da duplicação.





