Ucrânia: Soldado ferido é resgatado com corda em meio aos disparos; vídeo

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A GUERRA vem acontecendo a a RUSSIA não imaginava perdurar tanto assim e neste final de semana muitas coisas aconteceram.

No vídeo em Mariupol os combates seguem com uma intensidade cada vez maior! Neste vídeo podemos ver os soldados russos resgatando um companheiro ferido. Como ele estava caído em uma área muito exposta, tiveram que “rebocá-lo” com uma corda. Isso tudo em meio a muito tiros.

Em matéria anterior nossa redação verificou que a Ucrânia encontrou 410 corpos em cidades perto de Kiev, como parte de investigação sobre possíveis crimes de guerra cometidos pela Rússia. Algumas testemunhas estão traumatizadas com a situação e não conseguem falar, disse o principal promotor do país nesse domingo (03/04).

Depois que a Rússia se retirou de algumas áreas ao redor de Kiev, o prefeito de Bucha, 37 quilômetros a noroeste da capital, contou que 300 moradores foram mortos pelas forças russas enquanto combatentes chechenos controlavam a área.

A Rússia negou as alegações de que suas tropas mataram civis em Bucha. Moscou disse que nenhum morador sofreu violência das forças russas e acusou Kiev de encenar o que apresentou como provocação confeccionada para a mídia ocidental.

Os promotores ucranianos só conseguiram entrar nas cidades de Bucha, Irpin e Hostomel pela primeira vez no domingo e precisam de mais tempo para descobrir a extensão dos crimes, afirmou a procuradora-geral Iryna Venedyktova.

“Precisamos trabalhar com testemunhas. As pessoas hoje estão tão estressadas que são fisicamente incapazes de falar”, acrescentou.

Ela disse que 140 dos corpos foram examinados até agora e que pedirá ao Ministério da Saúde que forneça o maior número possível de especialistas forenses a um hospital de campanha, na região de Kiev.

O ministro do Interior, Denys Monastyrskiy, afirmou que está claro que centenas de civis foram mortos, mas não quis dizer exatamente quantos, já que os esforços ainda estão em andamento para limpar as minas na área.

“Muitos moradores locais são considerados desaparecidos. Não podemos dar um número exato, mas há muita gente”.