O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), virou notícia no jornal The New York Times, nesta sexta-feira (21/10). O veículo americano apontou Moraes como “um homem” que “pode decidir agora o que pode ser dito online no Brasil”.
A notícia surgiu após o TSE aprovar, na quinta-feira (20/10), uma resolução que concedeu ao ministro o poder de decidir o que “pode ser dito online” nesta campanha eleitoral. As informações são do site O Antagonista.
In one of the most aggressive actions taken by any country to combat false information, Brazilian authorities granted the country’s elections chief unilateral power to order tech companies to remove many online posts and videos. https://t.co/RtabpXCoNQ
— The New York Times (@nytimes) October 21, 2022
– Autoridades brasileiras garantiram ao chefe do TSE largo poder para ordenar a retirada de conteúdo postado na internet como forma de combater a disseminação de desinformação no mês da eleição – reportou o NYT.
O jornal apontou que o Brasil se tornou “um case” no debate mundial sobre os limites do combate a fake news.
Carlos Affonso Souza, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, disse ao jornal americano que a decisão do TSE é “uma jogada arriscada”.
– Acho que pode ir longe demais dependendo de como ele exerce esses direitos – avaliou Souza.
Alexandre de Moraes saiu mais uma vez no The New York Times: “Um homem pode decidir agora o que pode ser dito online no Brasil”. Recomendo a leitura. https://t.co/ufakOKtR7H
— Diego Escosteguy (@diegoescosteguy) October 21, 2022






