Gabinete de Transição é instalado, com foco no que é mais urgente: questão social e serviços públicos essenciais.
Nesta quinta (8), Geraldo Alckmin, vice-presidente eleito, assinou a portaria que instala o Gabinete de Transição.
Dividido por equipes temáticas, o gabinete tem muitos desafios, especialmente frente aos rombos bilionários deixados pelo governo Bolsonaro, nas mais diversas áreas. O mais importante, no entanto, é a certeza de que o governo de Lula e Alckmin irá reconstruir o país e construir o Brasil do Futuro. Nas palavras de Alckmin, “a obra prima do Estado é a felicidade das pessoas”.
Comporão o Gabinete de Transição 31 grupos técnicos temáticos de estudos e de trabalho, sob coordenação de Aloízio Mercadante (coordenador dos grupos técnicos), Gleisi Hoffmann (coordenadora de articulação política do Gabinete de Transição) e Floriano Pesaro (coordenador executivo do Gabinete). Foram anunciados os grupos técnicos de Economia (formado por Andre Lara Rezende, Guilherme Mello, Nelson Barbosa e Pérsio Arida) e Assistência Social (composto por Simone Tebet, Tereza Campello, Márcia Lopes e André Quintão).
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Garantir o Bolsa Família de R$ 600 é prioridade. @geraldoalckmin, coordenador do Gabinete de Transição, explica os objetivos dos trabalhos no próximo período. https://t.co/QAtVymV4n2 #EquipeLula pic.twitter.com/tzmxt2SVPD
— Lula (@LulaOficial) November 8, 2022






