Operação Scar II cumpre mandados de prisão contra membros de organização criminosa em Ubá

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Operação Scar II cumpre mandados de prisão contra membros de organização criminosa em Ubá

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) Zona da Mata – unidade Visconde do Rio Branco, e a Polícia Militar (PMMG) deflagraram na manhã de hoje, 27 de fevereiro, a segunda fase da operação Scar, com o objetivo de apurar e reprimir o tráfico de drogas e crimes violentos, incluindo homicídios, praticados por membros de organização criminosa atuante nos bairros Vila Casal, Solar e regiões adjacentes, no município de Ubá, na Zona da Mata. Segundo apurado, a organização tem ramificações e elos com a facção criminosa Terceiro Comando Puro, oriunda do estado do Rio de Janeiro.

Foto: MPMG

Na ação de hoje foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e um mandado de busca domiciliar, em Ubá. Além das prisões, foi determinada pela justiça a apreensão de todos os veículos e valores em dinheiro pertencentes ou utilizados para fins criminosos.

Participam da operação cerca de cem policiais militares, sete promotores de Justiça e servidores do Ministério Público.

A operação, que ainda está em andamento, faz parte de um esforço conjunto do MPMG/Gaeco e da PMMG para reprimir o avanço da criminalidade violenta na região e garantir a segurança da população.

A operação Scar, deflagrada pelo Gaeco de Visconde do Rio Branco – Zona da Mata e pela Polícia Militar de Minas Gerais, já cumpriu 59 mandados judiciais, sendo 33 de busca e apreensão, 16 prisões temporárias, 9 prisões preventivas e 1 mandado de indisponibilidade de imóvel, mais precisamente uma casa utilizada pelo grupo para fins ilícitos.

A primeira fase da operação foi deflagrada em outubro do ano passado. Desde então, já foram cumpridos 59 mandados judiciais (33 de busca e apreensão, 16 de prisão temporária, nove de prisão preventiva e um de indisponibilidade de imóvel) e 11 pessoas, com vínculos com a facção criminosa do Rio de Janeiro, já foram denunciadas à Justiça e permanecem presas.

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