MPMG pede Justiça para homologar prisão preventiva de acusado de matar gari

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O promotor pediu a conversão da prisão em flagrante em preventiva, fundamentando-se na periculosidade concreta do agente. O Ministério Público destacou que se trata de homicídio duplamente qualificado — em razão do autor ter dificultado a defesa do ofendido e o crime ter sido motivado por discussão banal. O MPMG considerou que a gravidade da conduta extrapola o que seria admitido como normal.

Também foi ressaltado o histórico criminal agressivo do autor. Tais circunstâncias, segundo o MP, reforçam a necessidade da prisão preventiva, já que demonstram um temperamento explosivo. O promotor avaliou que, em juízo de probabilidade, eventual soltura do acusado violaria a ordem pública – entendimento acolhido pelo juiz, que decretou a prisão preventiva.

Foi ainda requerimento do MPMG a preventiva para garantir a conveniência da instrução criminal, sobretudo em fase inicial de investigação, permitindo à Polícia Civil coletar provas como imagens de câmeras, exames periciais e oitivas de testemunhas sem interferência indevida do acusado.

Fonte: MPMG