Polícia prende suspeito de vender remédios emagrecedores ilegais

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Operação Dose Clandestina: PCMG prende suspeito de vender remédios emagrecedores ilegais em Belo Horizonte.

Investigado de 31 anos é acusado de estelionato e crimes contra a saúde pública; medicamentos não tinham registro na Anvisa e eram obtidos de forma fraudulenta.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta semana (9/1), a Operação Dose Clandestina, que resultou na prisão de um homem de 31 anos suspeito de chefiar um esquema de comércio ilegal de medicamentos controlados. A ação ocorreu nos bairros Vista Alegre e Cidade Nova, na capital mineira.

Segundo as investigações conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia Civil Leste, o suspeito atuava na obtenção fraudulenta e revenda das populares “canetas emagrecedoras”, além de substâncias anabolizantes. Parte do material apreendido era introduzida ilegalmente no Brasil, sem autorização dos órgãos competentes ou registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fraude e risco à saúde
As apurações apontam que o investigado utilizava métodos fraudulentos para adquirir os fármacos e, posteriormente, os comercializava à margem da legislação sanitária. A polícia alerta que a ausência de procedência lícita e o armazenamento inadequado desses produtos expunham os consumidores a graves riscos à saúde.

“O investigado atuava de forma reiterada, comercializando substâncias de procedência duvidosa e sem qualquer garantia de segurança biológica”, informou a PCMG em nota.

Próximos passos
O homem foi detido e permanece à disposição do Poder Judiciário. Ele responderá por estelionato e crimes contra a saúde pública.

A operação contou com o apoio da 2ª Delegacia Leste. A Polícia Civil informou que as investigações prosseguem para identificar outros possíveis integrantes do esquema, mapear a rede de distribuição e determinar o destino final dos medicamentos comercializados ilegalmente.

  • Para denúncias anônimas sobre o comércio ilegal de medicamentos, a população pode utilizar o Disque Denúncia 181 ou procurar a delegacia mais próxima.